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Mutirão do Deilton e da Rose
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Um dos mecanismos que nutrem nossas agroflorestas desde que iniciamos em 2018 é o resgate dos mutirões humanos, que por aqui no passado eram chamados de "ajuntamentos" ou "puxiruns". Eles acontecem sempre que algum agricultor está precisando ou quando fazemos rodadas de mutirões em todas as propriedades. Dessa vez aconteceu na agrofloresta do Deilton, que passou por um problema de saúde e que agora está retomando os trabalhos, e nós não poderíamos ficar de fora dessa retomada agroflorestal de nossos amigos.
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Contraste
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De um lado a pecuária extensiva e de outro uma floresta de alimentos pujante vem surgindo, provando que a regeneração é possível.
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VOLTANDO A MEMÓRIA Os olhos do Senhor Frutuoso brilharam de alegria e se encheram de comovidas lágrimas, quando a guarda real se apresentou para escoltá-lo até sua antiga propriedade, abandonada e nunca mais pisada por ele, desde o fatídico sinistro. Confiante de que teria, finalmente, a oportunidade de se lembrar com clareza do que acontecera. Montou um garboso corcel, ricamente arreado, cedido pela generosidade do Rei Médium, com a intenção de proporcionar momentos de emocionantes lembranças. Muitos dos participantes do torneio da coleta de frutos e frutas não sabiam ainda o que sucedera ao Senhor Frutuoso. Ignoravam completamente que ele portava um valioso anel de brilhante, deixado entre as frutas de seu comércio que, de tão bem guardado, ficou esquecido por ele mesmo entre os seus pertences. Naquele dia, porque o Rei Médium e o Senhor Regente contaram cada um a parte que conheciam sobre o episódio do misterioso anel, cujo dono até aquela data não se apresentara, a maioria dos convidados ficou sabendo. O Imperador há tempos suspeitava de que o Conde Rasku tivesse participado daquele crime, mas como ninguém conseguira provar e o Mago Natu não revelara quem seriam e de onde vieram os seis malfeitores, o caso permanecia em sigilo. O assunto do anel misterioso ganhou destaque em todos os salões e corredores do Palácio Fortaleza. Versões diferentes se ouviam e falavam, algumas dando conta de que o anel sem dono era uma invenção do Senhor Frutuoso para angariar a simpatia e chamar a atenção do Imperador. Os que não tinham motivos para duvidar do segredo que o chacareiro confiara ao rei, cogitavam quão surpreendentes são alguns acontecimentos que escapam à vã compreensão das pessoas comuns, atribuindo a propriedade de tão preciosa joia a ninguém menos que o Grande Rei que, provavelmente, o deixara de propósito na caixa de frutas. Momentos antes de permitir que o Senhor Frutuoso voltasse a sua chácara, Mago Natu o interpelou: — Meu bom amigo, fui à baía, onde deixei meu anel? Surpreso com a indagação, porque aquela era a parte da senha que ele mesmo deveria interpelar ao verdadeiro pretendente do anel, respondeu: — Essa pergunta eu mesmo teria que vos fazer!? — Então, eu mesmo lhe darei a resposta: “deixei com as cascas das frutas na caixa de pregos!”. Vá e encontrareis o anel. Poucas horas mais tarde, o Senhor Frutuoso retornou ao Palácio, escoltado pela guarda real, exibindo muita alegria e felicidade, sentimentos que não o visitavam desde o dia do sinistro. Pediu para se avistar com o Rei Médium. Ao entrar na Sala Real, numa reverência humilde e respeitosa, anunciou: — Senhor Imperador, meu amado rei, trago-vos a melhor notícia que poderia me felicitar. Regressei à chácara e, revolvendo entre os escombros, encontrei o anel no meio dos pregos e das ferramentas que o incêndio não destruiu. Ei-lo, intacto. Quero devolvê-lo ao legítimo dono. — Legítimo dono? Então encontrastes também o verdadeiro proprietário? — Sim, Senhor Imperador! Trata-se de ninguém menos que o Mago Natu. Afinal, ele tanto disse a minha parte da senha, quanto a dele próprio! — Humm, Mago Natu e suas surpreendentes lições. Precisastes perder tudo quanto tinhas para reencontrar teu verdadeiro tesouro. Vamos entregá-lo ao Senhor do Anel, então! Mago Natu, de posse do anel, examinou, olhando-o fixamente. À medida que o fitava, a joia irradiava um brilho fulgurante, transcendente, jamais produzido noutro objeto semelhante. Cada vez mais o anel jorrava um esplendor coruscante, iluminando o rosto do mago até que ele, num processo presenciado somente pelo rei e pelo Senhor Frutuoso, pronunciou três palavras compassadas e incompreensíveis. O anel retomou seu estado anterior, emitindo apenas seu brilho normal. Entregando-o ao Rei Médium, pediu que passasse o misterioso anel como prêmio ao vencedor do evento programado para a abertura da quarta caixa de cobre, na manhã seguinte. Rei Médium aceitou a oferta, tomou para si o anel e, como galardão à honestidade e fidelidade do Senhor Frutuoso, recompensou-o com uma grande quantidade de ouro, equivalente ao valor do brilhante do anel, para que pudesse novamente restaurar sua chácara, retornando ao seu especial comércio de frutas. Mago Natu explicou também: — Este anel, de agora em diante, dará ao seu portador o dom da imortalidade, tão logo o coloque no dedo, desde que pronuncie as palavras necessárias que ouvirá de mim, na hora certa.
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Bioconstrução na Comunidade Indígena de Riacho Doce
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Mutirão para construção da casa de uma amiga querida e guerreira e sua família. O tradicional ajuntamento, guiado pelo mestre seu Bibi, ancião da comunidade que já construiu diversas casas de barro ao longo de sua vida e carrega consigo os saberes sobre a madeira, o barro, a massa e toda essa arte ancestral que é bioconstruir. Foi uma honra participar desse momento, uma alegria imensa e um exercício físico para a alma. Barro é vida! Fomos recebidos muito bem por todos, partilhamos de um almoço delicioso e o dia passou rápido. Voltamos alguns dias depois e todas as paredes estavam fechadas. Agora só falta o piso. Estão todos contentes por essa obra! O Riacho Doce é uma comunidade de origem indígena localizada na divisa do estado do Espírito Santo com a Bahia e teve seu território sobreposto pela Unidade de Conservação e hoje está na luta em busca do seu direito e do seu reconhecimento. O projeto Casa de Saúde articula com o território em prol de bem-viver das comunidades, em defesa dos seus direitos, promoção de tecnologias sociais e propostas de geração de renda nas comunidades. Em cada passo fortalecemos laços e construímos propostas para um futuro mais respeitoso e digno. A natureza agradece e os ancestrais vibram em festa!!!! A riqueza mora na simplicidade.
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O Projeto OCA Terravila Glocal em parceria com a APAQ - Associação do PA Quilombo, começo a receber o material para a construção do Teatro Urucumacuã - O primeiro material a chegar o foi um caminhão de pneus que estão depositados no galpão da APAQ. Espaço cedido para armazenar o material ao abrigo das intempéries, evitando assim a proliferação de mosquitos e outros insetos.
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76ª SBPC
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Tenho me empenhado na lida diária da organização. Aos poucos a coisa vai tomando forma. Estou aproveitando o curral para o plantio dos capins: Vetiver, Capim Limão e Citronela.
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O SENHOR DO ANEL SEM LEMBRANÇA Terminadas as movimentações das festas do casamento, logo depois que os convidados do Rei Médium e da Rainha Gônia regressaram, deixando o reinado mergulhar em sua rotina de quietude e paz, o Imperador recebeu a primeira visita de um súdito em palácio: o Senhor Frutuoso. Embora aparentasse semblante tranquilo e alegre, não passou despercebido ao rei que algo o inquietava. — O que o aflige, Senhor Frutuoso? — Senhor Imperador, encontrei um precioso objeto entre as caixas de frutas do meu comércio. — Do que se trata? — Ei-lo. Não sei avaliar o exato valor, mas acredito que se trata de objeto muito precioso. É provável que pertença a algum dos nobres que estiveram por aqui, durante o vosso casamento e passaram pela minha frutaria. Algum deles reclamou convosco a perda de algo? — Não que me dissessem, Senhor Frutuoso. O que pretendeis fazer? — Quero entregar-vos este anel, pois quem o perdeu, certamente virá reclamá-lo convosco! — Senhor Frutuoso, Rainha Gônia e eu estamos nos preparando para uma longa viagem. Passaremos uma temporada no Reino da Madeira, e o reinado do Elo Dourado ficará sob a responsabilidade do Senhor Regente. Não convém que outros saibam que esta joia tão preciosa está com o Senhor Regente à espera do dono. Poderão surgir interesseiros e oportunistas capazes de tudo para consegui-la. Portanto, sois vós a pessoa que deverá ficar com ela, até que o legítimo dono a procure. Evite falar a qualquer que seja sobre a posse deste objeto. Eu mesmo farei discretamente algumas investigações. Se descobrir quem é o verdadeiro dono, mandarei buscá-lo consigo, que o entregarás mediante uma senha. — Já podeis me revelar qual a senha? — Sim, perguntareis a quem se apresentar reclamando a posse do anel: “Fui à baía, onde deixei meu anel?”. — O que a pessoa deverá me responder? — Deixei com as cascas, na caixa de pregos! — Humm, parece uma boa senha: “Deixei com as cascas na caixa de pregos!”. Algumas luas se passaram e ninguém veio à casa do Senhor Frutuoso reclamar a posse do valioso anel de brilhante. Temendo deixá-lo em local muito fácil de encontrar, cuidou de guardá-lo no sótão de sua casa, no falso fundo de uma caixa de pregos e ferramentas. Passado algum tempo, o Senhor Frutuoso, ocupado com o cultivo de suas fruteiras e hortaliças, absorvido totalmente pelas atividades de seu bem frequentado comércio, esqueceu-se completamente do precioso objeto que mantinha sob sua guarda. Passara-se mais de ano que Rei Médium e Rainha Gônia viajaram para o Reino da Madeira. Chegaram notícias recentes trazidas pelos mensageiros reais, dando conta de que o preceptor da Imperatriz quando jovem rainha do Madeira, o Senhor Gaio, havia se encantado numa ave faladora de plumagem verde brilhante, o que deveria prolongar ainda mais a estadia do casal real na sede daquele reinado. Só voltariam quando encontrassem outro regente para gerir finanças, manter a ordem e estabelecer a justiça no reinado, nos moldes de como era feito no Elo Dourado. No Elo Dourado, o período era de paz e progresso. Um competente conselheiro regente administrava os negócios na ausência do casal imperial, até que uma notícia desagradável chegou ao palácio, trazida por um camponês vizinho de propriedade do Senhor Frutuoso. Muito assustado e aflito, veio em visita ao conselheiro real com a novidade terrível: — Senhor, a chácara do Senhor Frutuoso foi invadida ontem à noite por malfeitores. Atearam fogo à residência dele. Nós vimos o clarão e a fumaceira. Meu filho e eu saímos para prestar socorro. Encontramos o Senhor Frutuoso desmaiado, muito ferido, amarrado ao tronco de uma grande fruteira! — Oh, céus, que barbárie, já sabem quem foram os malfeitores? – indagou o conselheiro real. — Não fazemos ideia. – ressaltou o camponês. — Como está o Senhor Frutuoso? — Nós o trouxemos e internamos na Casa da Saúde. Ele estava ainda em estado de choque, mas aos poucos vem recobrando os sentidos. Logo, logo esperamos que se recorde do que aconteceu. Queimaram-se todos os seus bens. Da casa só restaram escombros. — Hoje ainda irei visitá-lo. Assim que o Rei Médium e a Rainha Gônia chegarem tomaremos as providências que o caso requer. Até lá, depois que estiver sarado, o Senhor Frutuoso poderá morar na ala dos hóspedes deste palácio. — Fico imensamente grato por ele, Senhor Regente! — Cumpro apenas meu dever, amigo. A propósito, tem ideia, ou o Senhor Frutuoso falou algo que possa nos dar pistas para descobrir quem foi ou quem foram os malfeitores? — Sim, Senhor Regente. Disse-nos que eram seis elementos. Dois o seguraram e amarraram à árvore, dois o açoitaram e dois atearam fogo à propriedade. Depois, fugiram montados em cavalos negros e alazões. — Humm, menos-mal. Não são súditos deste reinado. Devem ser forasteiros, desordeiros vindos de Avilhanas, Trindade, ou de outros reinados onde se criam cavalos negros e alazões. Nenhum deles foi reconhecido? — Usavam túnicas idênticas e estavam encapuzados, Senhor Regente! — Aguardemos o Senhor Frutuoso lembrar detalhes para começar investigações. De qualquer forma, designarei sentinelas a vigiarem os portais deste reinado. — No que puder, podeis contar comigo. Já andei olhando pela cidade e vi cavaleiros desconhecidos montando zainos, baios e alazões. Não tenho certeza, mas dentre eles, identifiquei o Conde Rasku. — Conde Rasku? Humm, precisamos investigar... Não sabia que Rasku estava no Elo Dourado. Por que não anunciou sua vinda, nem veio ao Palácio se hospedar? Preciso me informar sobre o que está acontecendo. As exatas razões do atentado, o Senhor Frutuoso levou tempo para recordar. Ainda que precisasse se lembrar de tudo para auxiliar no deslinde do caso, sua memória não trazia elementos que acrescentassem informações relevantes. Reforçava, quando indagado sobre o sinistro, que não possuía desafetos, nunca tivera inimigos, nem credores, nem devedores, o que ninguém contradizia. Sempre fora um homem honrado e honesto. Exemplo de bom súdito e cidadão. Por essas e outras razões, mereceu o direito de residir na ala de hóspedes do Palácio Fortaleza, vivendo às expensas do tesouro real. ocaterravilaglocal
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VIDA, VIDA, VIDA... Mãe de tudo e de todos Mãe fiel ao Deus maior Nos ensina que a vida Mãe da mãe e mãe do pai Mãe do rico e do pobre Força que pode gerar Pelo amor se entrega Sem tréguas pode ensinar Aprende com a dor Da partida lá de dentro de seu rebento a rebentar Do teu colo, do teu ventre Para o forte frio do vento Ventania a carregar Para o amadurecimento Sua cria para amar. Antes ou depois do sofrimento Retornar ao sentimento Do momento da partida Se todo barco tem liberdade Para ir e vir da lida Como não teria Para ficar por toda vida? Terra, Água, Fogo e Ar Como não comemorar? @brazzdyvinnuh [email protected] Chapada dos Guimarães–MT PA Quilombo -Lago do Manso - Brasil
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Do fim ao começo
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A morte de uma árvore pode ser o início de uma terra mais equilibrada . Nosso cedro morreu mas parte dele vai virar tábuas pra produção do rancho e o restante vai virar adubo pra terra , que vai adubar nosso milho, abóbora e as nossas batatas recém plantadas.
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A cada amanhecer
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O dia a dia do homem do campo é árduo porém lindo, olha só a minha visão ao amanhecer, isso é no verão!
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Rede Permacultural Boa Ventura: Fire-Guardians
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A Rede Permacultural Boa Ventura promove articulações institucionais para apoio nas práticas de seus participantes e beneficiários, além de aumento do seu público-alvo. Fire-Guardians é uma metodologia para ativação de resiliência climática proposta pela ESG Guardians DAO, um data lake para armazenar dados ambientais ESG para detecção de incêndios, secas, agricultura de precisão e previsões meteorológicas. A metodologia Fire-Guardians converge tecnologia, ativação comunitária e restauração de ecossistemas. A articulação institucional para sinergias entre a metodologia Fire-Guardians e a Rede Permacultural Boa Ventura é apoio às práticas de nossos participantes e beneficiários, além de aumento de nosso público-alvo.
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