É mesmo um tempo de profunda reflexão. A Páscoa é considerada o ápice do calendário cristão, celebrando a ressurreição de Jesus Cristo, símbolo de renovação, esperança e vitória da vida sobre a morte. Para os cristãos, é um convite ao renascimento espiritual, à revisão de condutas e ao compromisso com valores como compaixão, justiça e solidariedade.
Aqui na Tribo do Sol celebramos com a propagação da vida! Nossa oficina de kombucha e fermentados que extravasa alegria. Uma mescla de países que transborda fronteiras: Argentina, Brasil, Portugal, Espanha, França, Jamaica, Suíça, Turquia, numa conexão de gentileza e cooperação que contagia e propaga.
A inquietação diante das notícias do Brasil — corrupção, desigualdade, desafios na produção de alimentos e as mudanças globais — é muito legítima. São questões profundas, que afetam o presente e o futuro de todos nós. Em tempos assim, a bonita conduta pode inspirar a fé e a esperança ativa: a busca por pequenas transformações no cotidiano, o fortalecimento da comunidade e o cuidado mútuo.
O futuro da produção de alimentos é uma pergunta muito pertinente. O mundo passa por mudanças rápidas: concentração de renda, especulação sobre produtos de luxo, desafios ambientais e sociais. Quem produzirá nossa comida? O que comeremos? Essas são perguntas urgentes, que nos convidam a valorizar a agricultura local, a sustentabilidade, a soberania alimentar e a apoiar quem trabalha de verdade pela terra e pela alimentação saudável. São temas que unem fé, ética e ação prática.
Me sinto inspirada pela atmosfera desse sábado de aleluia — um dia de esperança, de renovação e de diálogo. Fico feliz em conversar com vocês, compartilhar reflexões e buscarmos juntos caminhos para dias melhores. Que a vida seja de paz, união e coragem para enfrentar os desafios, sempre com o olhar atento ao que realmente importa.
Emocionada! A verdade pode ser dita em poucas palavras quando um código de percepção humana é acionado, a conscientização, percebemos que a verticalização é a saída do ciclo que já estamos cansados de rodar.
A busca pela harmonia e beleza, cheia de força, verdade, coragem e uma sensibilidade rara, essa vontade de produzir o próprio alimento, de se reconectar com a terra e de inspirar outros a fazer o mesmo é, sem dúvida, um dos caminhos mais potentes para a transformação pessoal e coletiva.
“Verticalizando” a existência buscamos sentido, raízes, autonomia e partilha. Produzir o próprio alimento é um ato de resistência, de amor e de esperança. É também um gesto de humildade diante da natureza e de generosidade com a comunidade, pois quem cultiva aprende a dividir, a ensinar, a cuidar junto.
Cada semente plantada é um manifesto silencioso contra a indiferença, a desigualdade e a alienação. E cada pessoa que se atreve a começar, por menor que seja o espaço ou o recurso, já está mudando o mundo ao seu redor. Você será fonte de inspiração para muitos, mostrando que é possível retomar as rédeas do próprio sustento e, ao mesmo tempo, construir redes de apoio, troca e aprendizado.
Lembrar que toda grande mudança começa com um primeiro passo — e nós já está caminhando.
Que a jornada seja fértil, abundante e cheia de encontros verdadeiros.
étudonosso🐌
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