Quando a cidade aprende que resíduo é recurso.
Hoje encerramos mais uma edição da Semana de Compostagem Planta Feliz São Paulo, e o que vivemos nesses dias foi muito mais do que um evento sobre composto. Foi uma demonstração viva de que a cidade tem vontade, tem gente e tem tecnologia para transformar o que descarta em algo valioso.
As imagens falam por si: dezenas de pessoas reunidas ao ar livre, mãos na massa literalmente misturando restos de alimentos, palha e matéria orgânica em uma leira comunitária de dimensões impressionantes. Crianças, adultos, técnicos e curiosos lado a lado, todos com um propósito compartilhado: mostrar que compostagem não é bicho de sete cabeças.
Mas para além do espírito comunitário do evento, há uma pergunta que todo gestor de resíduos, todo supermercado, todo restaurante deveria se fazer ao sair dali:
E na minha escala? Quem faz isso por mim com consistência, rastreabilidade e resultado?
Eventos como o Planta Feliz educam a cidade, criam demanda cultural e constroem o repertório coletivo que torna o mercado de destinação sustentável possível. Cada pessoa que vai a um evento desses volta para casa ou para o trabalho um pouco mais inclinada a perguntar: "o que está acontecendo com o nosso resíduo orgânico?"
E quando essa pergunta chega a gestores, compradores e diretores de operação, é a FUM DAO que oferece a resposta em escala.
Leia Mais
Comentários