Publicações
2413 Resultados
Filtrar
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/660e3187-9366-4587-9714-917945f1cc00/instagram
Testando especiarias
Comentar
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/328615de-4256-4a25-c50d-51a12b98af00/instagram
Pimentas variadas, junto a outros cultivos e principalmente árvores.
Comentar
Vamos fazer parte dessa história??🌳
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/400850d9-3091-4046-04ed-8cc747d89100/instagram
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/f65a4273-b094-42bf-5ebb-fbe42620dd00/thumb
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/b9119f85-f0e2-492b-beab-cb3c9d50a000/thumb
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/d1a323be-8f8d-4d27-584a-2e4ffaadef00/thumb
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/467bfba8-7c7d-4ee3-4909-00bcf8b49100/thumb
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/3c4fe9d5-ac35-4f3e-d332-d8c20b6d6000/thumb
Fala pessoal! 🤎 Vamo fazer parte dessa história linda com a gente? Manda esse post para projetos incríveis que merecem mais recursos pela sua regeneração! 🌎 Entre aqui na ekonavi.com, compartilhe seu projeto e se conecte com iniciativas incríveis! 🔥 Quanto mais você compartilha o seu impacto e interage com os outros, mais recursos você ganha! 🚀 Simboraaa!✨🌳
Comentar
https://customer-syjwzwtdg7xvq690.cloudflarestream.com/c51047a2da9103a385faf7db4962934c/thumbnails/thumbnail.jpg
Com o reflorestamento tudo que se planta dá bons resultados.
Comentar
Agricultura na cidade
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/0fbe1d03-6fa5-430c-9ceb-2b55e7bcd100/instagram
Agricultura na cidade
Comentar
The afterfire NFT
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/9060ee3e-af06-46ff-3de1-aa48e2a95a00/instagram
Nuestro primer mint en Objkt.com "The afterfire" para la Colección 'Stop fires in Patagonia' en apoyo a Bosque Gracias. Sigan atentamente las historias en las redes de @NewtroArts por favor. https://objkt.com/tokens/KT18pnYFGBTgxUcZg9Su5ZY2acmhq2fqodTr/57
Comentar
Feijão 🫛🫛🫛
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/197aa437-41b3-4b26-36ef-0167a84b1b00/instagram
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/410fef8a-832b-4d74-8c27-ead85343f200/thumb
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/59c02043-b273-4a94-0142-00df8f1ef700/thumb
Em setembro saíram os canteiros com feijão milho e aipim. No meio de dezembro saiu o feijão, daqui uns 15 dias o milho, e o aipim em maio. Mas este ano estou tentando uma coisa nova: fazer a safrinha de feijão ainda embaixo do milho que não foi colhido. A ideia é que a sombra do milharal ajuda a proteger do sol forte de verão o feijão enquanto está bem pequeno. Vamos ver se dá certo!
Comentar
URUCUMACUÃ BY H.H.ENTRINGER PEREIRA LIVRO 3 CAPITULO 80
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/88d77ae0-894a-41d5-bd56-5bb0b8229900/instagram
VISITANDO O VALE DO APERTADO Mago Natu, Rei Médium, Rainha Gônia, Rainha Alzira e Rei Naldo confabulavam os cinco numa sala secreta do Palácio das Esmeraldas, lembrando acontecimentos que há alguns anos causaram grandes mudanças em todos os doze reinados daquela imensa região, dos mais longínquos aos vizinhos. Rainha Alzira iniciou o assunto, bem-humorada, provocando Mago Natu: — Mago Natu, por que não devolves meu pote de esmeraldas? — Quem vos garante que estão comigo? — Dou-vos a metade delas, se me entregares... — Rainha Alzira, sabeis que comigo elas estão seguras... e tua própria vida a salvo. Se teu filho Rasku ao menos desconfiar de que aquele tesouro está contigo, certamente arrumará meios de subtraí-lo, atentando contra tua vida, se necessário. É melhor que fiquem onde estão. — Posso ao menos saber onde estão? — Sim, sabereis. Inclusive, sabereis de onde as retirei, sigilosamente, desde a visita que fiz quando seu neto Gesu Aldo nasceu. Que tal irmos amanhã, bem no raiar do dia, ao lugar onde vosso marido, Rei Albe, o Rico se enforcou? — Posso convidar Alimpa? – Rei Naldo perguntou, como se devesse satisfação de seus sentimentos e atos aos seus súditos. Todos concordaram que a futura rainha de Avilhanas também conhecesse o cenário onde se originou a história da Mula Sem Cabeça, e algum tempo depois o atemorizante lobisomem. Pessoalmente, não agradava à Rainha Alzira voltar àquele local, especialmente com plateia. Muitas recordações que preferia esquecer viriam à tona e algum desconforto seria inevitável. No entanto, diante da curiosidade dos amigos em conhecer a grande árvore de figueira-do-inferno... cadafalso onde Rei Albe, o Rico, enforcara-se pelo pé. Mesmo cemitério em que foram sepultados e incinerados os corpos dos protagonistas daquela sangrenta e misteriosa saga. Esforçando-se para não deixar transparecer que aquelas memórias ainda estavam muito vivas e amiúde a incomodavam, Rainha Alzira pedia em pensamento que Mago Natu mantivesse a necessária discrição, sem jamais revelar o segredo guardado por ela e ele: a verdadeira paternidade do Conde Rasku. Outros episódios e detalhes de somenos importância se quisesse revelar, não se importaria. Já fazia algum tempo que o fantasma da Mula Sem Cabeça descansava em tréguas com o Reinado de Avilhanas! Desde a visita ao Reino do Elo Dourado, quando o Grande Rei determinou que Mago Natu localizasse e desenterrasse o fabuloso pote de esmeraldas que o Rei Albe, o Rico, ocultara, transportando-o secretamente para o seu Santuário no Elo Dourado, ensinando-o a fórmula mágica para afugentar a fantasmagórica visagem da Mula Sem Cabeça, o sentimento geral de medo que assolava a população também arrefecera. Entretanto, a calmaria não permanecera longo tempo. Não muito depois, voltara o antigo pânico a tomar conta das populações e a andar pelas noites enluaradas. O espectro da Mula Sem Cabeça cedera lugar às aparições do não menos aterrorizante lobisomem. Assunto tabu, igualmente interditado 326 H. H. Entringer Pereira aos visitantes e forasteiros, circulava, no entanto, em formato de rumores. Não havia tantas testemunhas fidedignas, merecedoras de crédito para certificar a real existência da assombrosa criatura. Porém, alguns notívagos que vez por outra atravessavam as ruas da cidade madrugada afora relatavam encontros apavorantes com o avejão. Devido a boatos recorrentes, a cada vinte e oito dias, na casa das moças que pintam e bordam, em noites de lua cheia nas sextas-feiras, portas e janelas eram preventivamente fechadas antes do cair da noite. Atrás de cada uma das portas, reluzentes punhais de prata, pendurados um sobre o outro em formato de “X”, garantiam a tranquilidade das moças que juravam ouvir, a partir da meia-noite, uivos e rosnados aterradores de um animal coberto de pelos, com corpo de homem e cabeça de lobo, que rondava insistentemente a casa até a hora em que cantava o primeiro galo da madrugada! Ainda usando archotes e lamparinas, pois a alvorada parecia não estar com a mesma pressa que os compartes da combinada aventura, pelas quatro horas da manhã estavam todos de pé. A família de Rei Naldo, a família do Rei Médium, Mago Natu, Professora Plínia, o jovem Mulato e o Louco, esse último o primeiro a chegar ao pátio de onde a caravana partiria. Era sempre ele, quando convidado, a animar rodas de conversa, salões de dança, piqueniques e festas populares. Na maioria das vezes, tinha uma novidade para surpreender a plateia. Vestia-se com espalhafato, muitas cores e abandonara, a pedido da Rainha Alzira, suas ceroulas puídas e rasgadas nas nádegas. Todavia, seu figurino estava longe de ser convencional. Em poucos minutos, reuniram-se todos para iniciar a jornada rumo ao local mais evitado e ao mesmo tempo mais curioso de Avilhanas. A tropa que levaria suprimentos e as carruagens estavam prontas desde a véspera, aguardando seus ocupantes. O jovem Mulato deixara tudo muito bem-arrumado no dia anterior, comandando com maestria os animais cargueiros e os demais cocheiros. Alguns coches, mais confortáveis que os outros, faziam a distinção dos ocupantes pela idade: os mais velhos nos mais estofados e os mais novos nos mais despojados. Mago Natu ainda não decidira quem escolheria como parceiro de viagem. Do Palácio das Esmeraldas, na cidade de Avilhanas, até o Vale do Apertado levariam seguramente duas horas de viagem. Ao final, todas as parcerias estavam feitas e restavam um coche e dois passageiros para embarcar: o Louco e o Mago Natu. Os dois se olharam e, apontando-se mutuamente, com uma risada estridente, o Louco perguntou ao Mago Natu: — Não te importas de ir comigo? — Por que me importaria? — Porque somos muito diferentes... — Enganas-te. Somos tão iguais que se usasses minhas roupas e eu as tuas, nem eu nem tu saberíamos onde começa o Louco e termina o Mago, nem onde começa o Mago e termina o Louco. — Gostei da ideia! – disse o Louco, sorrindo, dando uma cambalhota no ar, seguida de uma pirueta que terminou por acomodá-lo no assento ao lado esquerdo do coche. — Veja bem, isso nos faz diferentes! Sou incapaz de tais acrobacias. — Enganas-te. Se usasses as minhas roupas certamente farias o mesmo. 327 H. H. Entringer Pereira — Quem sabe? — Vamos experimentar... Aproveitando-se de que o cortejo já se pusera a caminho, ficando os dois por derradeiro, combinaram de trocar suas vestes no intuito de chacotear com os amigos, dando-lhes a oportunidade de se divertir. Queriam saber qual dentre eles seria capaz de perceber a troca de vestimentas, antes que eles mesmos revelassem a brincadeira. Assumindo um a personalidade do outro, imitando também seus comportamentos, acomodaram-se na condução, e o Mago Natu, vestido como o Louco, solicitou que o deixasse conduzir a caleça, ao que o outro, vestido como o mago, sentado com ares enigmáticos, sequer objetou. Antes de chegarem ao Bosque do Iludido, já no Vale do Apertado, o comboio parou para se refrescar. Havia ali uma Gameleira Branca, árvore gigantesca muito parecida com a Figueira-do-Inferno sob a qual o Rei Albe, o Rico, havia enterrado seu tesouro e se enforcado, pendurado pelo pé. Um regato de águas cristalinas serpenteava sob a frondosa árvore, transformando o lugar num aprazível ponto de descanso, recreio e restauração de energia. Rainha Alzira foi a primeira a descer de seu cabriolé. Como se o tempo não tivesse passado, veio-lhe à memória cena por cena do dia em que passara por ali, bem ao entardecer, dera de beber ao seu fogoso alazão e, com o coração em sobressalto, acompanhou seu ajudante de ordens, Senhor Dugo, cujo nome verdadeiro desconhecia, até o Claro da Gemedeira, cenário da mais inusitada história que testemunhara e palco de suas desilusões, próximo dali vinte minutos. Refazendo-se ainda do choque das lembranças, arrumou suas vestes, suspendeu a saia para não arrastar no chão meio úmido e gritou para o Mago Natu e o Louco que vinham mais atrás: — Ei, parem! Vamos comer alguma coisa e dar água à tropa! Estamos chegando, não precisamos pressa! No momento em que o Mago parou a carruagem sob a árvore, num ponto distanciado dos outros, lateral às bordas da vegetação alta e cerrada, ouviu-se o som de algo cortando os ares, veloz como um pássaro flechando em voo. No mesmo instante, o ruído de um corpo caindo e o baque seco de algo no chão. Outros dois dardos seguidos cortaram o ar a esmo, sem destinatário escolhido. Enorme pavor tomou conta da caravana. Todos correram assustados ao encontro do corpo que ainda se debatia no chão. Rainha Alimpa foi a que primeiro denunciou desesperada: — Binah! Chokmah! Flecharam Mago Natu! – exclamou Rainha Alimpa, unindo fervor e pânico. Percebendo que nenhum deles ainda se dera conta de que o corpo com as vestes do mago era, na verdade, do Louco, Mago Natu, usando da serenidade que o momento exigia, na busca de acalmar os ânimos para que ninguém entrasse em desespero, levantou o rosto da Rainha Alimpa, direcionando o olhar dela para ele, dizendo firme, mas compassivo: — Rainha Alimpa, Mago Natu sou eu. Mataram o Louco, em vez do mago! — Oh, Céus! – suspirou, aliviada. — Por Zeus, o que fazes com estas roupas? – observou Rainha Alzira. — Por que trocaram de vestes? – atalhou Rainha Gônia. 328 H. H. Entringer Pereira — Explicai o que está acontecendo, Mago Natu – interferiu Rei Médium. — Tudo tem dois polos; e cada um, seu par de opostos. Somos idênticos em natureza, mas diferentes em grau. Todos os paradoxos tendem a se reconciliar. Nos períodos de avanço, às vezes, é preciso retroceder. Todo movimento é como pêndulo, ora para a direita, ora para a esquerda e a compensação é o ritmo. Rei Naldo, Rainha Alzira, é prudente que voltemos daqui. Sepultemos o Louco sob a Gameleira Branca e ela lhe servirá de morada e abrigo eternamente. — Mago Natu, quem nos emboscou? – quis saber Príncipe Gesu Aldo. — Por que preferiu atingir o Louco e não a mim? – Rei Naldo queria ouvir a resposta às suas indagações tanto quanto o Rei Médium. — Amigo Calico. Não era o Louco o alvo do assassino, na verdade. Era o Mago. Por não conhecer e saber diferenciar um do outro, a não ser por suas vestes e aparência, atingiu o Louco pensando acertar o Mago. Não importa quem matou. Importa quem morreu. Se matares quem matou, não trarás à vida quem morreu. A conversa entre Rei Naldo, Mago Natu e Rei Médium prosseguia com muitas considerações filosóficas e iniciáticas, até que Rainha Alzira os interrompeu: — Amigos, tudo me parece lógico: suponho saber quem nos acompanhou e esperou a oportunidade de matar o Louco, pensando que fosse o Mago! É claro que o assassino conhecia o percurso que faríamos. Também sabia que o Mago Natu iria nos conduzir ao local onde estava enterrado o tesouro do Rei Albe, o Rico. Parece lógico que... Mago Natu não deixou Rainha Alzira concluir o raciocínio. Terminou a frase, ele mesmo: — Ele não desejava que fosse revelado para tanta gente, menos para ele, evidente, onde Rei Albe, o Rico, enterrou as esmeraldas e se suicidou pendurado pelo pé, de cabeça para baixo, simplesmente para morrer olhando o local exato onde deixava seu tesouro escondido. — Ah, que salafrário! – exclamou Rainha Alzira, meio alterada. — Calma, amiga, teu pote de esmeraldas está em lugar seguro, e ao tempo certo o Príncipe Urucumacuã haverá de entregá-lo a ti. Feitas as cerimônias fúnebres que antecipavam o sepultamento propriamente, Mago Natu pronunciou a sentença: — Amigo Louco, voltastes finalmente à estaca zero! Que esta Gameleira Branca te sirva de eterno símbolo e morada. Adeus. As roupas do Louco ficaram com o Mago Natu, que preferiu não as destrocar naquele momento. Sepultado o Louco com suas vestes, Mago Natu gracejou: — Bem-aventurado é aquele que tem um Louco a dar a vida por ele! O cortejo entristecido, dali mesmo, retornou silencioso e consternado ao Palácio das Esmeraldas.
Comentar
Conta pra gente o que você quer cultivar agora?👀
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/51670af9-6b32-4e3a-a9b5-946119f39800/instagram
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/f65e4376-fe90-4935-bae0-8eb273149900/thumb
https://customer-syjwzwtdg7xvq690.cloudflarestream.com/26ee49539f1a1da7dade20036d3e35bd/thumbnails/thumbnail.jpg
Novo ciclo, novas sementes 🌱 O que você quer cultivar neste início? Conta pra gente aqui nos comentários o que você anda construindo e bora fazer crescer juntos!
Comentar
https://customer-syjwzwtdg7xvq690.cloudflarestream.com/9635099f7b5506783172ac873ef85424/thumbnails/thumbnail.jpg
Para os que vierem ao mundo depois de nós! 💦🌊⛲🚰🏞️🌅🚣🏻‍♀️
Comentar
Bora compartilhar dicas de fertilizantes naturais? 🌱
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/40540358-3982-4d5e-8435-5516db6b3800/instagram
Conta aqui nos comentários o que você usa na sua terra 👇 A troca fortalece o solo e a gente aprende junto 💚 Alguns que indicamos: 🍌 Casca de banana → rica em potássio, ajuda na floração e nos frutos ☕ Borra de café → fonte de matéria orgânica (melhor usar compostada) 🥚 Casca de ovo → cálcio pro solo (secar e triturar antes) 🌿 Leguminosas (feijão, crotalária, guandu) → fixam nitrogênio no solo 🍂 Cobertura morta → mantém umidade, protege o solo e alimenta fungos e microrganismos
Comentar
Neve e colheita de inverno
@
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/0f51ba6f-1c56-4802-0caf-cfbf4b736e00/instagram
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/adc18b0b-c833-491d-fbcd-54f7116d5100/thumb
https://imagedelivery.net/Zup8WBbIN5Thd9Z4UDwdTA/ba1d7abf-9b7f-4877-cde0-c63465bc5c00/thumb
Feliz ano novo! Tínhamos faz uns a sorte dum pouco de neve (muito menos que os anos anteriores, pelo calentamento da ecossistema local). De qualquer jeito, estamos no inverno - a maior parte da horta fica "dormindo", mas coletamos algumas cenouras, batata e muito alho-poró - combinação perfeita para a sopa. Daqui pouco plantaremos os sementes para uma colheita abundante na primavera (Abril-Maio)!
Comentar
🏡 Criar Projeto
📣 Criar Publicação
📆 Criar Evento
🎁 Criar Produto

É grátis para criar e aproveitar os benefícios da rede Ekonavi.

🟢 Rodada de Regeneração 15 patrocinada por Arbitrum One

Boletim Informativo da Ekonavi

©2024 Ekonavi, Inc. - Termos e Conditions de Uso  0.11.68 - main